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Virginia Flores
Sound

Virginia Flores

Born 6 Oct 195472 years22 credits

Born in state of Rio Grande do Sul, Brazil in 1954, Virginia Flores has worked in the film industry since 1975, initially as a Continuity Supervisor and Assistant Director. In the mid-1980s, she began working in Sound Editing for feature films – more than forty titles – and later graduated in Sound Design from the National Film Board of Canada, an innovative area in Brazilian cinema at the time. She was the Sound Designer for many films, also moving into Editing. When Embrafilme (BR) was dissolved in 1990, the production of Brazilian films slowed down, and like many of her colleagues, Virginia temporarily withdrew from filmmaking. Years later, with the Resurgence of Brazilian Cinema (Cinema de Retomada), the industry was revitalized through new incentive laws. Since Miramar (1997), he has forged a successful partnership with the director Júlio Bressane, which has been repeated in titles such as São Jerônimo (1998), Dias de Nietzsche em Turim (2001), Filme de Amor (2003), Cleópatra (2007), and A Erva do Rato (2008). Currently, she is a professor of audiovisual Editing and Preservation at the Federal University of Latin American Integration (UNILA), also continues to Editing films such as Duas Irenes (2017) and Tia Virginia (2023) by Fabio Meira.

Nascida no Rio Grande do Sul, em 1954, Virginia Flores trabalha com cinema desde 1975 atuando como Continuísta e Assistente de Direção. Em meados de 1980, inicia-se na edição de som de longas – são mais de quatro dezenas de títulos, posteriormente formou-se em Design de Som pelo National Film Board do Canadá, uma área inovadora no cinema brasileiro da época e foi designer de som de muitos filmes, passando também à montagem. Quando a Embrafilme foi extinta em 1990, a produção de filmes brasileiros desacelerou, e como muitos de seus colegas, Virginia se afastou temporariamente do cinema. Anos depois, com a Retomada do Cinema Brasileiro, a indústria foi revitalizada através de novas leis de incentivo. Desde Miramar (1997), inaugurou uma bem-sucedida dobradinha com o diretor Júlio Bressane, que se repetiu em títulos como São Jerônimo (1998), Dias de nietzsche em turim (2001), Filme de amor (2003), Cleópatra (2007), e A erva do rato (2008). Atualmente, é docente de Montagem e Preservação Audiovisual na Universidade Federal da Integração Latino-americana (UNILA), e ainda mantém-se montando filmes como os recentes Duas Irenes (2017) e Tia Virginia (2023) de Fabio Meira.